Atelie Campos
Onde a gente transforma tecido em memória.
Porque alguns momentos merecem durar pra sempre.
Como tudo começou
De um buquê de papel crepom a um ateliê
Tudo começou meio que de brincadeira. No dia 31 de março de 2025, fiz meu primeiro buquê — de papel crepom — pra presentear minha patroa.
Aquilo virou ideia, ideia virou flor, flor virou ateliê. Hoje cada peça nasce do mesmo lugar de onde nasceu aquela primeira: do gosto por fazer com as mãos e do desejo de transformar carinho em algo que se possa segurar.
Quem está à frente
Adrian
Fundador e artesão
Sempre gostei de coisas artesanais. Quando eu ainda estava na escola, fazia florzinhas em canetas pra presentear professores e funcionários — meu jeito de dizer obrigado.
Hoje continuo fazendo a mesma coisa, só que com cetim, com tempo, e com um pouquinho mais de cuidado em cada pétala. Cada peça que sai do ateliê é marcante pra mim.
Como nasce um buquê
Da sua ideia até a sua mão
Cada buquê nasce de uma ideia sua. A gente conversa antes pra entender a emoção por trás do presente — pra quem é, pra quê, qual sentimento ele precisa carregar.
Aí começa o trabalho de mão: corto cada pétala no cetim, modelo no fogo, monto flor por flor até virar buquê. Finalizo com amarração, perfume, e um embrulho que protege.
Vai pra durar pra sempre — igual o motivo que te fez comprar.
O que move a gente
“Aqui a gente não vende flores. A gente eterniza momentos em cetim.”
Trabalho com rosas de cetim, rosas naturais e buquê de borboleta. Sempre buscando inovar, sempre com o cuidado de quem entende que cada presente carrega uma história.
De onde a gente atende
Poconé · Mato Grosso
Funcionamos só com produção e entrega — sem loja física. Assim consigo focar no que importa: fazer suas flores com calma e te entregar sem você precisar sair de casa.